Consórcio tentará liminar para retomar obras da ponte da Rota Bioceânica –

O andamento das obras da Ponte Internacional na Rota Bioceânica, que conectará Porto Murtinho a Carmelo Peralta no Paraguai, foi tema de uma reunião na manha desta terça-feira (27) entre o Governo do Estado, consórcio PYBRA e a Assembleia Legislativa. Convocado pelo presidente da Casa, Gerson Claro, o encontro teve como objetivo discutir os entraves tributários que paralisaram as obras do lado brasileiro.

Presentes na reunião estavam o titular da Semadesc (Secretaria de Estado de Meio Ambiente, Desenvolvimento, Ciência, Tecnologia e Inovação) Jaime Verruck, em representação ao governador Eduardo Riedel, o superintendente do consórcio PYBRA Paulo Leitão, além dos deputados Zeca do PT, Zé Teixeira, Pedro Caravina, Roberto Hashioka e Júnior Mocchi. A Receita Federal não compareceu, pois o tema está sendo avaliado em Brasília.

Jaime Verruck destacou que o foco da reunião era discutir os obstáculos tributários que resultaram na paralisação das obras no lado brasileiro. O consórcio PYBRA, responsável pela construção, enfrenta entraves relacionados ao uso de insumos provenientes do Paraguai, o que desencadeou problemas de ordem tributária junto à Receita Federal.

“Segundo informações, as obras da ponte no lado brasileiro estão 44% concluídas, mas foram suspensas nos últimos dias pelo consórcio binacional. Por isso, a Assembleia convocou a reunião com a PYBRA, visando destravar esses pontos e assegurar o cronograma da obra, essencial para o Governo de MS”, explicou Verruck.

Durante o período de paralisação no lado brasileiro, as obras no Paraguai seguiram normalmente, mantendo o cronograma de entrega previsto para outubro de 2025. “Mesmo com o atraso decorrente da paralisação, o consórcio PYBRA afirma que o cronograma da ponte no Paraguai não foi alterado. O objetivo principal da reunião foi apresentar esclarecimentos sobre o motivo da paralisação e identificar o fato gerador desse entrave”, acrescentou o secretário. –

O andamento das obras da Ponte Internacional na Rota Bioceânica, que conectará Porto Murtinho a Carmelo Peralta no Paraguai, foi tema de uma reunião na manha desta terça-feira (27) entre o Governo do Estado, consórcio PYBRA e a Assembleia Legislativa. Convocado pelo presidente da Casa, Gerson Claro, o encontro teve como objetivo discutir os entraves tributários que paralisaram as obras do lado brasileiro.

Presentes na reunião estavam o titular da Semadesc (Secretaria de Estado de Meio Ambiente, Desenvolvimento, Ciência, Tecnologia e Inovação) Jaime Verruck, em representação ao governador Eduardo Riedel, o superintendente do consórcio PYBRA Paulo Leitão, além dos deputados Zeca do PT, Zé Teixeira, Pedro Caravina, Roberto Hashioka e Júnior Mocchi. A Receita Federal não compareceu, pois o tema está sendo avaliado em Brasília.

Jaime Verruck destacou que o foco da reunião era discutir os obstáculos tributários que resultaram na paralisação das obras no lado brasileiro. O consórcio PYBRA, responsável pela construção, enfrenta entraves relacionados ao uso de insumos provenientes do Paraguai, o que desencadeou problemas de ordem tributária junto à Receita Federal.

“Segundo informações, as obras da ponte no lado brasileiro estão 44% concluídas, mas foram suspensas nos últimos dias pelo consórcio binacional. Por isso, a Assembleia convocou a reunião com a PYBRA, visando destravar esses pontos e assegurar o cronograma da obra, essencial para o Governo de MS”, explicou Verruck.

Durante o período de paralisação no lado brasileiro, as obras no Paraguai seguiram normalmente, mantendo o cronograma de entrega previsto para outubro de 2025. “Mesmo com o atraso decorrente da paralisação, o consórcio PYBRA afirma que o cronograma da ponte no Paraguai não foi alterado. O objetivo principal da reunião foi apresentar esclarecimentos sobre o motivo da paralisação e identificar o fato gerador desse entrave”, acrescentou o secretário. –

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